Por Deus e Por Jerusalém – Israel Braglia

Por Deus e por Jerusalém

Por Deus e Por Jerusalém

Um ensaio sobre o futuro através do passado profético de Israel

– israel braglia –

 

 Jerusalém é o palco da história do mundo

Muito tem se falado sobre os últimos dias e incontáveis são os estudos sobre este tema arrebatador. Entretanto, através da Palavra, mais precisamente através do livro de Isaías, se pode encontrar uma conexão do passado de Israel com o futuro que se aproxima, o que em Mateus 13.39-40 e 24.13-14 é chamado de“consumação do século”. Na fantástica história de Israel podem-se encontrar sinais que através do ministério profético foram anunciados e cumpridos, e que, após a segunda vinda do Messias, muitos outros sinais acontecerão até que Jerusalém seja levantada como objeto de louvor ante todas as nações da Terra. Jerusalém é tudo, Jerusalém é nada – esta cidade é a estação do tempo profético – o palco da história do mundo. Esta obra tem a incumbência de relatar como o passado profético de Israel pode apresentar relação com o fim dos tempos. Através de revisão bibliográfica sobre o tema abordado serão apresentados alguns principais pontos que marcaram a história de Israel no tocante ao cumprimento de profecias bíblicas e a constante investida de Deus em anunciar ao Seu povo sobre os tempos do fim e o futuro que o Seu povo esperava. Para o futuro desejável da nação era preciso apenas obediência – o que muitas vezes não aconteceu, trazendo drásticas consequências e rupturas temporais na história do mundo. Além disso, a falta de obediência influenciou e influencia até hoje na história da humanidade. Assim, estima-se com a ideia central de que por Jerusalém o mundo será destruído e que por ela o mundo terá um novo início: um novo céu, uma nova terra – uma nova história chamada eternidade: “pois nem olhos viram, nem ouvidos ouviram o que Deus preparou para aqueles que O amam” (I Coríntios 2.9).

Personagens marcantes na História de Israel descrita no Antigo Testamento são tidos como fatores determinantes que mudaram o rumo da nação. A infidelidade de um povo ao seu único Deus permeia as páginas das Escrituras que sempre apontavam ao sentido ímpar: “o Senhor é o Teu Deus, amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo teu coração, alma e entendimento”. Isto nem sempre aconteceu. Deus não é arbitrário e nem displicente, antes disso, é sempre confiável quanto a tudo que diz e prometeu. Suas palavras são verdadeiras e seguras. Ele é fiel e aplica suas qualidades para o bem dos homens. Sua fidelidade é benévola e é o amor de Deus que governa a Sua fidelidade (…). Os homens participam da fidelidade de Deus, de modo a entrarem na glória eterna, conforme I Coríntios 1.9 relata. Isso porque a fidelidade denota a certeza de que tudo quanto Deus declarou ser sua intenção fazer, terá pleno cumprimento. Essa fidelidade nos capacita, conforme I Pedro 4.19, a triunfar sobre os sentimentos. Provérbios 20.6 traz a reflexão de que a fidelidade humana é uma qualidade rara e é demonstrada em situações que requerem atitude de confiança. Deus foi, é e sempre será fiel ao seu povo. Entretanto o seu povo não lhe é fiel. A infidelidade a Deus é pecado, e mais uma vez, Jerusalém não se absteve desta condição.

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